Nem com a vitória de 2x1 sobre a Coréia do Norte, ontem, no jogo de estreia da Seleção na Copa, o Brasil convenceu empresários que assistiram à partida na Acisbec (Associação Comercial e Industrial de São Bernardo). Boa parte não aprovou o desempenho dos escalados por Dunga. Kaká foi o mais criticado pelos homens, mas defendido pelas mulheres.
No início, a torcida estava empolgada. A cada lance favorável ao Brasil, gritos de “Olé!” e de incentivo ao ataque: “Vai, vai!”. O tempo foi passando, e nada de gol. Na TV, comentaristas diziam que o estádio sul-africano estava silencioso. A sede da Acisbec, também. Olhos fixos no telão de 200 polegadas, mas poucas reações. Entre os poucos movimentos, das mãos levando pipoca à boca.
A frustração tomou conta até o intervalo, quando críticas invadiram conversas. “Aconteceu o que todo mundo achou. Kaká está inseguro”, disse o advogado Cláudio Schowe. Ex-técnico do Palestra e doNem com a vitória de 2x1 sobre a Coréia do Norte, ontem, no jogo de estreia da Seleção na Copa, o Brasil convenceu empresários que assistiram à partida na Acisbec (Associação Comercial e Industrial de São Bernardo). Boa parte não aprovou o desempenho dos escalados por Dunga. Kaká foi o mais criticado pelos homens, mas defendido pelas mulheres.
No início, a torcida estava empolgada. A cada lance favorável ao Brasil, gritos de “Olé!” e de incentivo ao ataque: “Vai, vai!”. O tempo foi passando, e nada de gol. Na TV, comentaristas diziam que o estádio sul-africano estava silencioso. A sede da Acisbec, também. Olhos fixos no telão de 200 polegadas, mas poucas reações. Entre os poucos movimentos, das mãos levando pipoca à boca.
A frustração tomou conta até o intervalo, quando críticas invadiram conversas. “Aconteceu o que todo mundo achou. Kaká está inseguro”, disse o advogado Cláudio Schowe. Ex-técnico do Palestra e do São Bernardo, nos anos 1980, João Carlos Basso, o Caito, foi maleável: “Em um jogo fechado, como o da Coréia do Norte, que joga na defesa, é difícil entrar. O Brasil está certo. É preciso ter paciência. Se fizer o primeiro gol, fará o segundo, porque a Coréia será obrigada a sair de trás para atacar”. A previsão foi correta.
O primeiro gol aqueceu a torcida. A partir daí, qualquer lance era motivo de gritos empolgados, saltos e socos no ar. Por fim, o alívio, mas sem empolgação. “Foi fraco. A expectativa era maior. Por isso sou corintiano”, brincou Nilson Sandre, um dos que mais vibraram. “Estou decepcionada”, disse Vera Moura, mulher do presidente da Acisbec, Valter Moura, que completou: “O Brasil entrou de salto alto, depois melhorou, mas não nos deixou tranquilos”. Presidente da Credilatina, Airton do Prado revelou estar frustrado, mas espera que a Seleção melhore com o passar dos jogos. “Ganhamos, mas foi fraco”, disse o empresário Carlos Coral.
Poucos se empolgaram com a vitória. “Kaká melhorou muito no segundo tempo”, opinou o empresário Silvio Braz Zanutto. “Estou satisfeito”, festejou Orlando Braz. São Bernardo, nos anos 1980, João Carlos Basso, o Caito, foi maleável: “Em um jogo fechado, como o da Coréia do Norte, que joga na defesa, é difícil entrar. O Brasil está certo. É preciso ter paciência. Se fizer o primeiro gol, fará o segundo, porque a Coréia será obrigada a sair de trás para atacar”. A previsão foi correta.
O primeiro gol aqueceu a torcida. A partir daí, qualquer lance era motivo de gritos empolgados, saltos e socos no ar. Por fim, o alívio, mas sem empolgação. “Foi fraco. A expectativa era maior. Por isso sou corintiano”, brincou Nilson Sandre, um dos que mais vibraram. “Estou decepcionada”, disse Vera Moura, mulher do presidente da Acisbec, Valter Moura, que completou: “O Brasil entrou de salto alto, depois melhorou, mas não nos deixou tranquilos”. Presidente da Credilatina, Airton do Prado revelou estar frustrado, mas espera que a Seleção melhore com o passar dos jogos. “Ganhamos, mas foi fraco”, disse o empresário Carlos Coral.
Poucos se empolgaram com a vitória. “Kaká melhorou muito no segundo tempo”, opinou o empresário Silvio Braz Zanutto. “Estou satisfeito”, festejou Orlando Braz.