O que começou como pirraça, acabou virando paixão para o restaurador espanhol radicado em São Bernardo Luís Martin Sarasá. Com saudades, ele conta que era levado pelo irmão mais velho às exposições e, quando via as telas, dizia: “Isso é fácil de
fazer”. Chegava em casa, corria para o ateliê do pai e lá criava suas obras, só para provar que também conseguia.
Hoje, aos 63 anos, afirma respirar arte. Tanto, que dedicou boa parte da vida à restauração de inúmeras edificações tombadas. Por isso, Sarasá será homenageado dia 27 na Câmara da cidade com a Medalha João Ramalho. Após a solenidade, coquetel.